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"Eu já pensei em tanta coisa para escrever, já escrevi tanta coisa sem pensar, mas, só agora consigo imaginar a dimensão do incondicional valor que carrego dentro de mim."

(Maurício Ribeiro Marques)

20 dezembro 2009

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Uma Carta

Eu sempre fui um homem muito romântico e apaixonado. Talvez, este tenha sido o primeiro e grande impulso para a vida dedicada à escrita que tenho hoje. Porém, acho que o maior de todos os influenciadores foram os meus erros e a coragem que me faltou no passado de reconhecê-los e admiti-los pessoalmente. Hoje, posso perfeitamente afirmar que as minhas primeiras cartinhas foram intensos pedidos de perdões implorados e concedidos com arroubos de amor torrencial. Depois de tanto tempo não lembro muito bem de tudo que escrevi no passado, e serei bem sincero, de todas as cartas, tenho apenas duas guardadas até hoje. A última delas foi escrita há exatamente um ano atrás, o título era o seguinte: “My Love”. Depois de ter lido ela novamente, resolvi através desta nova carta escrever a todos aqueles que um dia receberam de mim alguma cartinha. Serei eternamente grato por todos os momentos felizes que passamos juntos. Porque vocês foram aqueles que despertaram dentro do meu coração essa paixão por escrever. Hoje, passar diversas horas em frente ao computador tornando as madrugadas uma grande aliada mediante o sacrifício de manter-se acordado, só é possível porque vocês despertaram aqui dentro de mim algo que jamais imaginei que pudesse acontecer. Para mim, viver isso tudo quase que todos os dias, sempre será um enorme prazer.
Apesar de 12 meses terem se passado, existem coisas que o tempo jamais conseguirá apagar do meu coração. Desta maneira, vou tentando neste momento unir as palavras e ligar as idéias para expressar tudo àquilo que você, mesmo que distante, ainda representa para mim. Digo, que os melhores presentes que já recebi nem sempre estiveram debaixo de uma embalagem bonita. E talvez, os melhores que concedi nem sempre estiveram acompanhados de belas palavras. A verdade é que nem sempre conseguimos demonstrar o que verdadeiramente sentimos, porém, eu encontrei uma formula que não procura demonstrar esses sentimentos, ela é simplesmente à essência de uma expressão sincera e verdadeira que representa aquilo que está no coração. Escrever para mim é simplesmente colocar num papel inteiramente o meu coração e tudo aquilo que está presente dentro dele. E se diversas vezes errei com minha conduta, foi porque não fiz das minhas palavras essência do meu viver. Nas vezes em que eu me apresentei com uma aparência graciosa extraindo a sua atenção imediata, invocando um sentido de refinamento e inocência, foi porque exclusivamente minhas palavras tornaram-se reais em sua vida e também na minha. Apesar da minha versatilidade, ouve momentos em que nem sempre carreguei comigo o amor, a compreensão e diversas outras propriedades protetoras, além é claro da força necessária para superar diversas situações. Isso tudo, porém, refletiu na verdade a minha dificuldade de escrever uma conduta considerada como qualidades por mim e por você. Entretanto, hoje sigo e prossigo aprendendo a cada dia mais sobre o que é o amor, tendo como um único objetivo e desejo em meu coração fazer com que as minhas palavras se tornem reais em nossas vidas.

Todos menos um caminho de amor machucam durante a caminhada.
Por isso, não tenha medo de se expressar e use o tempo antes que ele desapareça.
Demonstre o seu amor por alguém especial ainda hoje.

14 dezembro 2009

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O que pensamos imaginar?

-Extra! Extra! Extra! Se você é mais um dos que já descobriu que não há nada melhor que o tempo para descobrir quem são as pessoas e como podemos facilmente ser enganados por quem amamos ou gostamos, você deve ler esta notícia. Foi desta maneira que em questão de minutos o jovem rapaz conseguiu vender todos os exemplares de um jornal comum da cidade. Entretanto, percebi que três jornaleiros de outros diferentes jornais permaneciam vendendo os seus respectivos exemplares, enquanto, aquele rapaz das rápidas vendas preparava-se para ir embora. Foi neste tom de curiosidade que me aproximei dele, e sem demora perguntei: -Qual era a reportagem que despertou tanta curiosidade nas pessoas e uma frenética venda dos exemplares que você tinha em mãos? Ele respondeu-me: -Nenhuma tão surpreendente e diferente dos demais jornais, senhor. Então, sem hesitar e não querendo atrapalhar perguntei rapidamente: -Quer dizer que você mentiu sobre uma matéria inexistente? Ele rapidamente me respondeu num tom amedrontado: -Não senhor, jamais faria isso, eu simplesmente dei ênfase a uma matéria que falava sobre corrupção. Só que na verdade o segredo está num pequeno e simples detalhe, a matéria como eu havia dito é a mesma em todos os jornais, eu, porém, simplesmente toquei na ferida das pessoas. Por que, quem não gosta de uma fofoca? Quem não gosta de um escândalo? Mas, o que muita gente gosta de fazer é olhar para as outras pessoas e afirmar aquilo que elas pensam sobre elas. Veja um exemplo simples e prático: você ao se aproximar de mim, estava com certa curiosidade sobre qual era a tal e exclusiva matéria, isso, porque tinha um pensamento só seu. Você olhou para mim de uma maneira e tirou as suas próprias conclusões. Eu, porém, apenas dei destaque para o ferimento presente no coração de muitas pessoas, e não na matéria. Quantos já acordaram decepcionadas com alguma coisa? Quantos não descobriram na noite anterior algo que acabou machucando muito os sentimentos? Quantos não dormiram magoados com alguma situação? Quando eu falei “se você é mais um dos que já descobriu que não há nada melhor que o tempo para descobrir quem são as pessoas e como podemos facilmente ser enganados por quem amamos ou gostamos” o que fiz na realidade foi lembrar as pessoas daquilo que passaram anteriormente ou aquilo que estão passando atualmente. Porém, o senhor olhou por uma ótica diferente, e por essa razão, certamente compraria o jornal pela matéria, já a maioria das pessoas comprou o jornal por identificação de sofrimento, angústia, mágoa e decepção!

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Seria impertinente da minha parte não admitir que depois dessa situação constrangedora a primeira pergunta que fiz para mim mesmo foi: -Como eu tenho visto as pessoas, e como elas são vistas por mim? Como tem sido o meu olhar? Característico de amor, ou irrepreensível na pratica de justiça própria e na condenação da conduta de determinadas pessoas! Esses questionamentos da minha parte após uma longa reflexão me levaram a uma única consideração: se Deus, considerado por um grupo de pessoas como um ser extremamente bom e infinito em amor e misericórdia se move com intima compaixão pelo ser humano, porque não seguir tal e maravilhoso exemplo? A verdade é que a maioria se encaixa em outro grupo de pessoas que pensam que até mesmo Deus é um ser mau. Porém, se formos acompanhar os fatos mediante as histórias bíblicas, Deus simplesmente foi um ser extremamente bom e infinito em amor e misericórdia quando enviou o seu único filho para morrer por nós, entretanto, talvez um ser completamente mau por enviar o dilúvio, não intervir nas guerras, e na interpretação de algumas pessoas até na morte do próprio Jesus Cristo. Como dizem: qual é o Pai que entregaria seu próprio filho para a salvação de pessoas consideradas indignas de receber amor. A simples verdade é que muitos dizem que não há nada melhor do que o tempo para descobrir quem são as pessoas, contudo, a Bíblia diz que Deus é imutável, não muda com o passar dos anos; então, por mais que o tempo passe, você jamais conhecerá a Ele se mantiver este pensamento. Por isso, se pensarmos unicamente nesta ótica de que o tempo mostra quem verdadeiramente são as pessoas, estaremos excluindo a possibilidade de conhecermos até o próprio Deus, modelo perfeito e exemplo no qual devemos seguir. As pessoas são o que são, e Deus é o que é. O que devemos fazer é experimentar colocar um espelho na nossa frente quando formos tirar conclusões acerca das pessoas. Porque elas são na verdade (e muitos não possuem caráter para admitir isso) aquilo que pensamos acerca delas; um monstro pode muito bem ser transformado em um príncipe encantado diante dos nossos olhos. Deus faz assim conosco todos os dias, e por colocar um espelho diante da sua gloriosa face e que somos vistos a sua imagem e semelhança, e cercados em todo tempo pelo seu amor, graça e misericórdia.


“Muitas feridas são geradas por flechas de pensamentos sobre nós mesmos e sobre os outros”

07 dezembro 2009

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Diga-me Por quê?

Era um dia totalmente diferente dos demais, e logo, ao amanhecer ele começou a ouvir dentro do peito uma voz doce, suave e exuberante. Pasmo e demonstrando uma enorme surpresa, ele decidiu calar-se totalmente e manter o maior silêncio possível. A voz, aos poucos se tornava cada vez mais audível e compreensível; ele, porém, estava cada vez mais surpreso e impressionado com tal momento, porque jamais havia imaginando presenciar tudo aquilo um dia. - Acredite sem sombra alguma de dúvida em tudo aquilo que irei lhe dizer! Foram às primeiras palavras que ele pode de fato compreender, porém, foram essas as que mais lhe marcaram. - As verdades jamais irão faltar e quando você menos esperar eu vou estar aqui. Então, a solidão irá partir para um lugar que eu não sei, se o sonho vai te encontrar e se vamos conseguir voltar a ser tudo aquilo que um dia fomos juntos. Sei que para você é difícil entender, mas os dias lhe mostrarão que a verdade nunca irá morrer. Portanto, deixe de se esconder e comece a aceitar que eu não vou mais sofrer e muito menos você! Completamente constrangido e com os olhos cobertos por lágrimas ele respondeu: - Como devo viver se os dias não são iguais quando eu tinha você aqui comigo? O silêncio em questão de segundos pareceu tomar conta de todo o ambiente, e ele aguardando a tão e esperada resposta se pôs a ouvir novamente aquela doce e suave voz. Porém, sua pergunta viera tarde de mais, o silêncio persistiu em continuar até o momento em que o telefone tocou. Era uma mensagem, sem remetente algum, contendo o seguinte texto: - “admire daqui pra frente tudo aquilo que fará você ver a vida como sempre quis. Nunca deixe de ser quem você é, porque a vida lhe mostrará muitas coisas, por isso não tenha medo de errar e aprender com toda e qualquer circunstância.” Depois dele ter lido, e agora, diante do novo silêncio causado pela sua reflexão após o recebimento da mensagem, ele vagarosamente começou a perceber um novo som, doce, suave e constante: “tum, tum, tum...” que vinha de dentro do seu peito.

30 novembro 2009

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Sapatinho de Cristal

- Mãe, Mãe! Eram os gritos que se ouvia a poucos metros do lugar onde eu estava. – Olha! Dizia a menina profundamente entediada por ter perdido um par do seu lindo sapatinho. Por instantes, toda aquela maravilhosa produção do belo conjunto, que possivelmente fora escolhido para mais uma daquelas importantes festinhas de criança, havia se quebrado. – Vai lá e pega. Foi o que respondeu a sua mãe num tom risonho. No fundo, ela parecia querer dizer: será que precisava de tudo isso filhinha? Certamente, seria mais fácil apenas dizer: mãe, espera um pouco, vou ali pegar o sapatinho que perdi.
Da porta, eu ouvia pequenos murmurinhos da criança, era quase um choro. Ela fitava os seus olhos em sua mãe, esperando provavelmente alguma ajuda. Logo que saí, fui me aproximando ainda mais da jovenzinha; consequentemente, eu pude ver melhor o seu olhar como de espanto. Sem demora, eu me abaixei e tomei seu sapatinho em minhas mãos; quando me aproximei definitivamente dela, coloquei o sapatinho próximo do seu pé.
Diante dessa situação, eu percebi que a maior preocupação daquela garotinha era por o outro pé descalço no chão. Preocupação que acabara no memento em que coloquei o sapatinho ao alcance do seu pé; logo, um maravilhoso sorriso brotou em sua face. Foi lindo, quase impossível de descrever o momento em que ela saiu com imensa alegria ao encontro da sua mãe, que lhe esperava a poucos metros dali.
Entretanto, chego à singela conclusão de que no mundo existem milhares de pessoas frágeis como essa garotinha, que mal conseguem por os pés no chão, seja, por terem passado por imensas tragédias na vida, ou até mesmo a perca de um simples sapatinho. Tornar a dar um pequeno passo, superando-se diante dessas situações, tornou-se uma tarefa árdua e muito pesada para essas crianças de diferentes idades. Porém, modestos gestos de humildade e simplicidade ajudam e muito essas pessoas a superar qualquer situação.
Quem sabe, depois desta crônica eu não seja convidado para participar de uma nova campanha: “estenda a mão, seja solidário”. Mas, se acaso ocorrer dessa proposta ficar somente no papel como muitas; eu, ainda assim, não deixarei de fazer o bem e de retribuir nem que seja um simples gesto, só para ver no rosto de alguém um belo sorriso de alegria.

20 novembro 2009

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Um Simples Olhar

O relógio marcava 7 horas da manhã quando ele saiu de casa. Calça jeans, camisa de manga curta e uma mochila em suas costas e assim ele seguia em direção a parada. Quando chegou, logo tomou o ônibus de sempre, e depois de pagar sua passagem, sentou-se perto da janela. Seu olhar, em determinados momentos, fixou-se nas árvores floridas das ruas, nos carros que faziam o mesmo trajeto e num grupo de pessoas que desfilavam em uma extensa avenida fechada para comemoração de uma revolução. De vez em quando, ele se inclinava a observar as novas pessoas que subiam no ônibus. Não demorou muito e a viagem chegou a seu destino final. Quando desceu, comprou umas bolachas, uma garrafa de água e seguiu em direção à praça que estava a poucos metros dali. Chegando lá, encontrou-se com as árvores que via minutos atrás, suas folhas amarelas caíam ao chão com a brisa do vento; crianças corriam de um lado para o outro, outras jogavam bola; casais caminhavam de mãos dadas, outros permaneciam sentados sobre a relva. Então, sem nenhuma demora, ele se aproximou de um banco, sentou e olhou para montanha. O sol, enfim, começava a se pôr detrás da montanha e das imensas nuvens que davam um tom alaranjado ao céu, que antes, era completamente azul. Diante desse momento ilustre, ele pegou e abriu o pacote de bolachas; e depois de diversas mordidas, em meio às pausas, breves goles d’água. O vento agora soprava fortemente; as nuvens, então, lentamente iam sendo carregadas. No topo da montanha um arco surgiu completo em torno do sol. Lágrimas escorriam aos poucos pelo seu rosto, enquanto realizado apreciava aquele belo momento. Suas mãos vagarosamente passeavam pelo rosto, secando suas lágrimas; quando terminara, olhou rapidamente para o relógio em seu pulso. Depois disso, ele se levantou e partiu em direção a uma lixeira, jogou a garrafa e o plástico das bolachas nela. Nesse meio tempo, caminhando mais um pouco, ele se aproximou de uma mesa, sobre ela estava um grande livro aberto e uma linda caneta. Neste instante, com a caneta já em suas mãos inclinou-se e escreveu: “hoje foi mais um belo final de dia, apesar do dia nunca acabar de fato por aqui”.



"Aprenda a valorizar as coisas simples da vida, elas dão um verdadeiro colorido ao nosso mundo".

10 novembro 2009

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Seguirei em Frente

Eu ainda não desisti e não vou
Mesmo encarando grandes lutas
Manterei a minha fé


Continuarei a lutar
Não importa quantas cicatrizes ganhe
Nem quantas derrotas eu sofra


Durante as batalhas
Eu seguirei em frente
Mesmo que seja um passo de cada vez


Jamais deixarei de sonhar
Mesmo não sabendo o por quê?
Eu acredito no amor


Alguém espera por mim
Por isso devo prosseguir
Um dia irei Te encontrar




03 novembro 2009

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As Folhas Caem

Você já se perguntou como e por que as folhas caem? Por que nós todos apreciamos tanto as cores das folhas de outono quando mudam de cor? Por que uma folha verde fica vermelha, amarela e laranja? - Para responder a estas perguntas, primeiro temos que entender o que as folhas são e o que fazem.

As folhas são fábricas de natureza alimentar; as plantas retiram água do solo através de suas raízes. Elas pegam um gás chamado dióxido de carbono do ar e usam a luz solar para transformar água e dióxido de carbono em glicose. A glicose é um tipo de açúcar; as plantas usam a glicose como alimento para a energia e como um alicerce para o crescimento. Enfim, tudo isso é aquilo que conhecemos como fotossíntese; isso significa "colocar em conjunto com a luz." Um químico chamado clorofila ajuda a fotossíntese a acontecer. A clorofila é o que dá as suas pigmentações de cor verde.

Quando termina o verão e o outono vem, os dias ficam mais e mais curtos. Isto é, para as árvores, como um sinal, com o qual "sabem" que agora devem começar a se preparar para o inverno. Durante o inverno, não há luz ou água suficientes para a fotossíntese. As árvores vão descansar e viver com os alimentos que armazenaram durante o verão. Elas começam a encerrar os seus alimentos da tomada de fábricas, fazendo com que a clorofila verde desapareça das folhas. À medida que o verde brilhante se distancia, nós começamos a ver as cores amarela, laranja e vermelho. Pequenas quantidades dessas cores formam-se nas folhas o tempo todo, nós apenas não podemos vê-las no verão, porque são abrangidas pela clorofila verde.

Algumas plantas, incluindo muitas flores de jardim, são chamadas de "anuais"; significa que elas completam seu ciclo de vida em uma estação de crescimento. Elas morrem quando chega o inverno, mas as suas sementes permanecem prontas para brotar na primavera. "Perenes" são as que conseguem viver por mais de dois anos. Esta categoria inclui árvores e arbustos. Quando o inverno chega, as partes lenhosas de árvores e arbustos podem sobreviver ao frio. A parte aérea das plantas (folhas e caules) vai morrer, mas parte subterrânea (raízes e bulbos) permanecerá viva. "Evergreens" são as que conseguem manter a maioria de suas folhas durante o inverno. Elas têm as folhas especiais, resistentes ao frio e à perda de umidade. Diante de muito frio e dias secos as folhas, por vezes, se enrolam para reduzir a sua superfície exposta. As Evergreens podem continuar a fotossíntese durante o inverno, mesmo sem bastante água, as suas reações ocorrem mais lentamente à temperatura. Tudo isso acontece exclusivamente no inverno, às plantas descansam e sobrevivem com os alimentos armazenados até a Primavera.

Traduzido e adaptado do Inglês para o Português

“O coração do sábio conhece o tempo e o modo”
Eclesiastes 8:5b

Caro leitor, o que estou tentando despertar em você através dessa leitura é a singela compreensão de que muitas vezes, nós, seres humanos, somos semelhantes às árvores. Os dias passam, os meses correm, as estações mudam, e nós, assim como elas, enfrentamos diversas dificuldades na vida. Seja a falta de “água”, aqui determinada como os “suprimentos necessários para vivermos e sobrevivermos” neste mundo; um “gás”, aqui determinado como “energias e motivações” que nos conduzem a uma explosão de atitudes necessárias para a conquista de determinados sonhos; e o mais essencial de todos, “a luz solar”, aqui determinada por mim como “a presença de Deus” em nossas vidas, capaz de transformar a “água e o gás” em “glicose”, “razão de vivermos e existirmos, alimento indispensável e alicerce para o nosso crescimento”. Enfim, eu chamo tudo isso de combinação perfeita para nos tornarmos seres completamente felizes e realizados.

Porém, diferentemente das árvores, erramos num importante quesito: “a harmonia desses elementos”. O primeiro é não saber que o dia de amanhã será completamente diferente de hoje, com isso, nosso comportamento deverá também ser diferente. A compreensão disso nos levará a uma sábia preparação para o “inverno”, aqui determinado por mim como a “desarmonia”, a falta de luz e água. Porque nem sempre teremos dinheiro, nem sempre teremos conforto e nem sempre teremos motivação e alegria. O segundo erro é não saber nos preparar para enfrentar essas situações; não armazenamos o conhecimento que adquirimos com o passar dos anos e as experiências adquiridas diante de diversas situações. Essa é a razão do porquê muitas vezes “quebramos a cara e ficamos feridos”.

Entretanto, absorver tais experiências como grandes lições de vida é um bom e motivador sinal de que é possível sobreviver ao inverno, “dificuldades que enfrentamos na vida”, ainda que seja extremamente difícil, e a morte pareça inevitável, ao menos uma semente permanecerá pronta para brotar e florescer na primavera. Enfim, por esse motivo, na face da terra existem só três tipos de pessoas, assim como as árvores. As "anuais” são aquelas que apesar de toda dificuldade, conseguem sobreviver. As “Perenes” são aquelas que conseguem sobreviver e tiram da situação uma grande lição de vida. As “Evergreens” são aquelas que conseguem manterem-se firmes diante de qualquer situação, tiram de tudo grandes lições de vida e ajudam também outras pessoas.

Além de tudo em nossa vida ter uma razão e um porquê,
todas e quaisquer situações acontecem para que venhamos crescer.

19 janeiro 2009

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Aos 23

Antes de chegar aos 23, eu jamais havia pensado em refletir tanto sobre a minha vida assim como tenho feito hoje. E neste momento é inevitável não perceber que eu poderia ter evitado grandes erros cometidos aos 21 e aos 22 se eu simplesmente agisse como alguém que agora tem 23.

É incrível como um simples ano pode mudar em muito uma pessoa. E se todos aprendessem não somente com o passar dos anos, mas, muito mais com as experiências que a vida nos proporciona, certamente, antes dos 23 teríamos mais pessoas maduras com princípios super importantes e com caráter de gente grande.

E de tudo que passei, por mais simples e insignificante que pareça, cada momento foi importante. Todos ficaram guardados aqui dentro, desde os piores até os melhores. Os piores mostraram-me o quanto eu precisava evoluir, não como uma espécie que se adapta a climas e épocas, mas sim como uma pessoa que nasceu para fazer a diferença num mundo cheio de injustiças. E os melhores mostraram-me a capacidade de ser, sim, esta pessoa diferente.

A simples verdade é que algo muda, sim, quando você não apenas chega aos 23, mas quando você consegue refletir sobre tudo o que passou e consegue tirar disso uma grande lição de vida.

Muitas pessoas conseguem fazer isso antes dos 23; já, outras, só depois. Mas isso depende muito da escolha que cada um decide tomar. Eu simplesmente escolhi e me decidi por uma vida completamente diferente aos 23.

18 janeiro 2009

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